{"product_id":"da-cegueira-dos-pintores-parte-escrita-ii","title":"DA CEGUEIRA DOS PINTORES - PARTE ESCRITA II","description":"\u003cp\u003eTítulo:DA CEGUEIRA DOS PINTORES - PARTE ESCRITA II\u003cbr\u003e\nAutor:Pomar, Júlio\u003cbr\u003e\nEditorial:DOCUMENTA\u003cbr\u003e\nIdioma:POR\u003cbr\u003e\nCurso:\u003cbr\u003e\nEncuadernación:OTRO FORMATO LIBRO\u003cbr\u003e\nNúmero de páginas:10\u003cbr\u003e\nAño de edición:2014\u003cbr\u003e\nISBN:9789898566430\u003cbr\u003e\nSinopsis:Da Cegueira dos Pintores, Parte Escrita II (1985) repõe nas mãos do público um conjunto de ensaios irrepetíveis sobre a pintura, sobre a actividade artística e sobre a própria natureza do olhar. Este conjunto de ensaios, que se pode considerar também uma cartilha para os profissionais, reveste-se de um teor literário e estético que coloca a actividade artística, sobretudo a pintura, ao nível do pensamento filosófico. [Sara Antónia Matos] Não é fácil o autor falar da sua própria pintura, mesmo olhando-a «com olhos frios», como um «intruso», já que, segundo o pintor-escritor, «a pintura começa onde já não se pode falar dela, onde as palavras fracassam e vogam à deriva». Este livro não é a resposta à pergunta nunca feita («E que pensa você de si mesmo?») mas uma deambulação, ou preferencialmente «uma ruminação no vazio», que é a decomposição das imagens pela palavra. [à] Partindo da sua obra, a «imagem deu origem a outras imagens» em «sucessivos encaixes ou desencaixes», até atingir as raízes da arte contemporânea. Passando por Bacon, para dissecar Matisse e Cézanne, o pintor-escritor escapa do vazio da palavra-discurso, para analisar «o diálogo entre o que o pintor quer e o que o pintor faz». Neste itinerário literário, o artista expôs-se a numerosos perigos, mas, tal como um «herói da ficção», escapou ao perigo da autocontemplação, ou ao deserto da análise-vazio-estético. E tudo termina bem quando reconhece «a paixão do pintor: quotidiana partida do mundo (partida no sentido de pregar partidas?). Rito solitário, festa mistério, calvário, droga, bebedeira. Merda para os pintores aplicados (eu incluído)». [Osvaldo de Sousa, «Da cegueira dos pintores», in Diário de Notícias, supl. «Cultura», Lisboa, 1986]\u003c\/p\u003e","brand":"tulibrodetexto.es","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":51058571706705,"sku":"9789898566430","price":931.95,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0816\/8187\/5281\/files\/978989856643.jpg?v=1746377478","url":"https:\/\/tulibrodetexto.es\/products\/da-cegueira-dos-pintores-parte-escrita-ii","provider":"tulibrodetexto.es","version":"1.0","type":"link"}