{"product_id":"diplomacia-peninsular-e-operacoes-secretas-na-guerra-colonial","title":"Diplomacia Peninsular e Operações Secretas na Guerra Colonial","description":"\u003cp\u003eTítulo:Diplomacia Peninsular e Operações Secretas na Guerra Colonial\u003cbr\u003e\nAutor:María José Tíscar Santiago\u003cbr\u003e\nEditorial:EDIÇOES COLIBRI\u003cbr\u003e\nIdioma:POR\u003cbr\u003e\nCurso:\u003cbr\u003e\nEncuadernación:OTRO FORMATO LIBRO\u003cbr\u003e\nNúmero de páginas:10\u003cbr\u003e\nAño de edición:2013\u003cbr\u003e\nISBN:9789896892777\u003cbr\u003e\nSinopsis:A diplomacia peninsular teve uma especial proximidade nos períodos bélicos que afectaram o Estado Novo e o Franquismo. Na Guerra Civil espanhola Portugal foi aliado indispensável para a vitória do Bando Nacional. Esse apoio manteve-se após a vitória aliada na Segunda Guerra Mundial durante a chamada \"questão espanhola\", o isolamento diplomático na sequência da condenação do Franquismo pela ONU. A partir da Guerra de Coreia, a situação começou a reverter pelas necessidades do bloco ocidental de contar com a Península Ibérica como uma unidade estratégica, o que levou a procurar uma integração indirecta de Espanha na NATO através da via portuguesa, produzindo-se depois o momento de maior confluência dos regimes ibéricos com o ingresso de ambos os estados na Assembleia Geral da ONU, em 1955. No decurso da Guerra Colonial e, em paralelo à \"questão portuguesa\" nas Nações Unidas, a diplomacia espanhola, ainda que a contragosto nalguns casos, saldou aquela dívida com um paciente trabalho obstrucionista às condenações de Portugal, a que se sumou um apoio discreto em terceiros países e uma cobertura total nos estados africanos onde Espanha tomou a seu cargo a representação dos interesses portugueses, quando se produziram cortes diplomáticos com Lisboa, no Egipto de Nasser, na Tunísia de Bourguiba e no Congo-Kinshasa de Mobutu. * * * * * * * * * * * * * O tema desta oportuna investigação diz respeito a um período, sem repetição equivalente no futuro imaginável, mas não previsível, da nação portuguesa. Em primeiro lugar, na sempre verificada circunstância de Portugal necessitar de um apoio externo para sustentar a sua posição de igual na comunidade das nações, e de procurar além fronteiras recursos para o desempenho do Estado e nível da qualidade de vida da população, o fim do Terceiro Império, de que o livro se ocupa, colocou um ponto final nessa política. (à) É lamentável que em todas as circunstâncias desse trajeto de séculos, cada um dos Impérios tenha chegado ao fim com o Estado em situação de debilidade e de falência. [Adriano Moreira (Presidente da Academia das Ciências de Lisboa)]\u003c\/p\u003e","brand":"tulibrodetexto.es","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":51058692718929,"sku":"9789896892777","price":2050.1,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0816\/8187\/5281\/files\/978989689277.jpg?v=1746379346","url":"https:\/\/tulibrodetexto.es\/products\/diplomacia-peninsular-e-operacoes-secretas-na-guerra-colonial","provider":"tulibrodetexto.es","version":"1.0","type":"link"}