{"product_id":"so-acredito-num-deus-que-saiba-dancar-o-cinema-e-o-imaginario-da-arte","title":"SÓ ACREDITO NUM DEUS QUE SAIBA DANÇAR - O CINEMA E O IMAGINÁRIO DA ARTE","description":"\u003cp\u003eTítulo:SÓ ACREDITO NUM DEUS QUE SAIBA DANÇAR - O CINEMA E O IMAGINÁRIO DA ARTE\u003cbr\u003e\nAutor:Botelho, João\u003cbr\u003e\nEditorial:DOCUMENTA\u003cbr\u003e\nIdioma:POR\u003cbr\u003e\nCurso:\u003cbr\u003e\nEncuadernación:OTRO FORMATO LIBRO\u003cbr\u003e\nNúmero de páginas:10\u003cbr\u003e\nAño de edición:2014\u003cbr\u003e\nISBN:9789898566768\u003cbr\u003e\nSinopsis:Catálogo publicado por ocasião da exposição «João Botelho - Só Acredito num Deus que Saiba Dançar» [26 de Julho 2014 - 12 de Outubro 2014, na Plataforma das Artes e da Criatividade \/ CIAJG, Guimarães], produzida pelo Centro Internacional das Artes José de Guimarães. Este livro é o terceiro e último vértice de um triângulo composto pela exposição «Só Acredito num Deus que Saiba Dançar», de João Botelho, e o ciclo de cinema que a acompanhou. Além de documentar a exposição, publica textos de autores que em diferentes fases do percurso de João Botelho lhe foram próximos, quer enquanto observadores, quer enquanto cúmplices, e que, num contexto editorial tão carenciado de publicações exclusivamente dedicadas a universos de autores-chave da nossa contemporaneidade, constituem um privilegiado e eloquente contributo crítico para o estudo de uma obra complexa, densa e frequentemente desnorteante, para quem nela procura continuidade e coerência. A exposição que o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) apresentou não é uma exposição clássica sobre a obra de um cineasta, mas antes a construção de um atlas de referências e de afinidades que procura dar a ver as múltiplas e profundas relações que com o imaginário da arte, desde a pré-história à contemporaneidade, detendo-se sobre a pintura, dos séculos XVI e XVII sobretudo, mas também a arte mais recente, o cinema de Botelho ensaia. Aqui, o desafio é o da mudança de contexto, de escala e de suporte, mas, sobretudo, o de outra temporalidade e de uma experiência perceptiva proposta ao espectador radicalmente distinta da do espaço abstracto da sala de cinema. A frase que dá título à exposição de João Botelho é uma máxima do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, inscrita num dos mais famosos e influentes livros do autor, Assim falou Zaratustra, um livro para todos e para ninguém, escrito entre 1883 e 1885. A dança está frequentemente presente nos filmes e é omnipresente na vida de João Botelho, um dos mais singulares realizadores contemporâneos. [à] [Nuno Faria]\u003c\/p\u003e","brand":"tulibrodetexto.es","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":51058566398289,"sku":"9789898566768","price":1863.9,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0816\/8187\/5281\/files\/978989856676.jpg?v=1746377450","url":"https:\/\/tulibrodetexto.es\/products\/so-acredito-num-deus-que-saiba-dancar-o-cinema-e-o-imaginario-da-arte","provider":"tulibrodetexto.es","version":"1.0","type":"link"}